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Africa Race: Dunas de areia muito mole atrasaram Elisabete Jacinto

Elisabete Jacinto na Mauritânia 2011 (Foto: Aifa)

Tal como Elisabete Jacinto temia a entrada na Mauritânia modificou por completo as características do rali e as 10 toneladas do MAN TGS foram fortemente penalizadas num troço de areia muito mole que durante quase 30 dos 371,72 quilómetros de sector selectivo da 7ª etapa, tinha de ser atravessado. Foi aí que a piloto do Team Oleoban/MAN Portugal perdeu praticamente uma hora, o que se relectiu nos 58m39s de diferença para o checo Tomaz Tomecek, que desta forma assumiu a liderança nos camiões. Mesmo assim são apenas 5 os carros (e mais um camião) que estão à sua frente na classificação geral conjunta sendo que a sexta posição está a uns acessíveis 26 segundos.
“De entrada quase duvidei que estivéssemos na Mauritânia. Não só não havia areia, como o deserto estava absolutamente verde. Comecámos por fazer uma etapa rápida, sem qualquer dificuldade e eu dei comigo a pensar que ia ser a etapa mais fácil do rali” começa por explicar a piloto portuguesa, que acrescenta. “Entretanto a areia surgiu e não eram dunas altas, nem tinham traçado difícil, mas a areia era tão mole que o camião pura e simplesmente não queria andar, parava constantemente. Passei a vida a fazer marcha-atrás e a por as pranchas, para conseguir sair dos sítios. Saiu-nos a roda da jante por duas vezes, porque andávamos com a pressão dos pneus mesmo muito baixa. Não estivemos atascados, nem tivémos de tirar as pás e cavar, nada disso, pura e simplesmente o camião recusava-se a andar, porque era muito pesado e a areia era muito mole. Levámos uma hora para o nosso amigo Tomecek . O camião dele, duas toneladas mais leve, passou aquilo de olhos fechados”.

8ª etapa – GUELB AGANTOUR / GUELB AGANTOUR – 408,06 Km de Sector Selectivo
Amanhã disputa-se a primeira das duas “rondas“ na Mauritânia que, segundos René Metge, será a ETAPA do Africa Eco Race 2011. A mais difícil mas também a mais bela. Tanto a partida como a chegada terão lugar no bivouac de Guelb Agantour. Um dia recheado de emoções onde vais ser necessário conjugar pilotagem e navegação. Dos primeiros aos últimos quilómetros o menu será rico e variado: fora de pista, zonas planas e rolantes, zonas com pedra, oueds suaves e … dunas, dunas e mais dunas. Simplesmente MÁGICO!

Texto: Press-Release Elisabete Jacinto

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