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Dakar 2013: Carlos Sousa a 500 Km de repetir o sexto lugar

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O português Carlos Sousa está a cerca de 500 quilómetros (pouco mais de 100 disputados ao cronómetro) de conquistar mais um excelente resultado no Dakar.

O piloto parte para a derradeira etapa na 6ª posição da geral e como as maiores dificuldades parecem estar vencidas, tudo aponta para que, pela 10ª vez na sua carreira, em 14 participações, termine no top-10 – só numa edição foi obrigado a desistir! Na etapa de hoje, a dupla Carlos Sousa/Miguel Ramalho foi a 7ª classificada e aumentou para 23m45s a vantagem para o mais direto opositor.

A etapa 13 não foi aziaga para as pretensões de Carlos Sousa e Miguel Ramalho, com a dupla do Great Wall a estabelecer o 7º tempo da especial e, mais importante do que isso, a cimentar o 6º lugar da geral. Na realidade, com 23m45s de vantagem para o buggie de Ronan Chabot, os portugueses podem encarar a especial de amanhã com tranquilidade, seguros que só um percalço os pode impedir de obter um resultado que supera as expetativas mais otimistas. Na realidade, face ao nível e quantidade das equipas que se apresentaram à partida, a 6ª posição não pode deixar de ser considerada brilhante.

Apesar da elevada extensão daquela que foi a penúltima etapa do Dakar, o dia foi tranquilo para a dupla Carlos Sousa/Miguel Ramalho: “O Great Wall portou-se impecavelmente e permitiu-nos imprimir um ritmo rápido e consistente, mas sem correr riscos desnecessários”, começa por referir o almadense. “O mais importante foi não perder a concentração e poupar nos pisos mais duros. Andámos sistematicamente entre os mais rápidos e foi pena o furo que sofremos já depois da neutralização, porque podíamos ter conseguido uma classificação mais positiva na etapa. Mas estamos satisfeitos, porque até consolidámos o 6º lugar da geral”.

Para amanhã, dia reservado à derradeira etapa do Dakar, os objetivos são claros: “Para além da ligação, temos a especial com pouco mais de 100 quilómetros, onde apenas vamos procurar manter o carro na estrada. Sim, amanhã não há nada a ganhar, mas sim a perder para quem estiver disposto a correr riscos. Como não é esse o nosso caso, vamos apostar na concentração e num ritmo calmo. Afinal, estamos prestes a conquistar um resultado que nem sequer estava nas nossas expetativas quando iniciámos a prova…”

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